Posted tagged ‘seleção brasileira’

Elias, Jucilei, Douglas…

11/17/2010

Na estreia de Mano Menezes no comando da seleção brasileira foi possível perceber que Douglas, Elias e Jucilei não estão no lugar certo. O lugar deles é no campeonato brasileiro, contra o Avaí, Vitória, Goiás, enfrentando jogadores do nível do Rivaldo, Réver, Gum. Seleção é coisa séria, ainda mais contra a Argentina.

Também foi possível perceber, de uma vez por todas, que o Ronaldinho Gaúcho já deu o que tinha que dar na seleção. O jogo de hoje serviu para calar a boca daqueles que disseram que se o craque do Viaduto do Chá estivesse na Copa do Mundo o resultado do Brasil seria outro.

Por fim, é de se repensar o Robinho no ataque da seleção, já que o Brasil já achou um substituto com o mesmo estilo de jogo, porém com mais ânimo.

Vinicius (ex)Avallone

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O exército de Dunga

05/11/2010

Como diria Celso Roth, “um bom time começa com 3 volantes”.

Dunga extrapolou no meio campo. Formou o maior exército de volantes de todos os tempos. E acrescentou um garoto propaganda. Futebol que é bom, nada.

Logo que saiu a lista, pensei em 2 jogadores: Kaká e Hernanes.

Kaká nunca foi jogador de criação. Nem no PSIII. É o chamado jogador de explosão. Bem fisicamente, pega a bola, corre, protege bem, e chuta. Mediano. Eu o comparo ao Viola. Não lança, não sabe gastar tempo, muito menos chama a responsabilidade, requisitos mínimos de um bom jogador de criação (saudades de Djalminha, Zico, Bandeira). Nem falta ele bate. Camisa 10 que é camisa 10 tem a obrigação de bater falta. Kaká nunca foi protagonista na seleção.

A melhor virtude de Kaká é ser bonito – é o que dizem, pois o único homem bonito que conheço é a Roberta Close. O Rivaldo, por exemplo, se não fosse uma fôrma de fazer lobisomen, teria pelo menos jogado a copa de 2006, quizás 2010. Um craque. Porém um craque desprovido de um mínimo de beleza. Ninguém, por exemplo, iria querer a figurinha dele. Que propaganda o Rivaldo poderia fazer? Assim não dá. Uma pena, pois futebol ele tem de sobra.

Quanto ao Hernanes, imagino a cabeça desse jogador. Foi preterido no maior exército de volantes de todos os tempos. Parem as máquinas, exclamação. Chance assim, nunca mais. O Josué foi. O Felipe Mello foi. Kléberson. Até Júlio Baptista. Meu Deus! É pra repensar a utilidade no futebol.

Por Primo Argentino, aposto no México


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