Posted tagged ‘Internacional’

Celso Roth e Rafa Benitez

12/21/2010

Alguns paradigmas que imperam no futebol brasileiro foram quebrados, exclamação.

Rafa Benitez, campeão do mundo com o verdadeiro Internacional (aquele, lá da Itália), está para ser demitido do comando do time. Ora, eu sempre ouvi dizer dos muitos especialistas que aparecem diariamente por aí que lá na Europa o futebol é diferente, que o treinador tem tempo para trabalhar, que os contratos são respeitados, blá blá blá. Com esse papinho a imprensa subestima a inteligência dos europeus.  Técnico que não agrada  em time grande é convidado a se retirar em qualquer lugar do mundo.

E o Celso Roth, interrogação. Quase demitido do Internacional de Porto Alegre. Ora, há pelo menos uns 4 anos escuto dizer que a administração do time gaúcho é diferenciada, que o clube serve de modelo para os demais blá blá blá. A demissão do Celso Roth – e porque não a sua contratação – serve de prova irrefutável da incompetência da diretoria do time do Internacional de Porto Alegre. Demití-lo agora, logo depois da derrota no campeonato mundial, deixará claro que o técnico já foi para o Oriente Médio balançando no cargo.  Ora, não se disputa um torneio tão importante nessas condições.

O melhor a fazer é renovar com o técnico e esperar para demiti-lo durante o disputadíssimo campeonato gaúcho, após uma derrota qualquer para um time qualquer. Assim pelo menos a diretoria dá uma disfarçada.

Vinicius (ex)Avallone

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É bronze, exclamação

12/18/2010

Comentário do Maurício Noriega – para quem não conhece é o comentarista número 1 do Sportv, o canal campeão – durante a transmissão da vitória do verdadeiro Internacional na final do mundial interclubes:

“O time do Mazembe é muito bom. Só precisa melhorar a tática e a técnica.” Só, exclamação.

Como diz o seu parceiro de narração, que beleza.

Pior é saber que ele deve ganhar muito bem para falar isso e, por outro lado, que eu pago muito bem para ouvir isso.

Vinicius (ex)Avallone, parabéns ao Inter de Porto Alegre pelo título que ninguém tem no Brasil: bronze do mundial interclubes

E que venha o verdadeiro Inter, exclamação.

12/14/2010

Acessei vários sites e blog’s depois da derrota do Internacional de Porto Alegre. O discurso é uníssono: zebra, desastre, fracasso etc. Não compreendo a razão para tamanha soberba dessa gente (mesma soberba que pode ter ajudado na derrota do Internacional). Quer dizer então que um time africano não pode vencer o todo poderoso Internacional da desconhecida Porto Alegre, interrogação. Em que mundo esse pessoal todo está vivendo, interrogação. Eita mania de grandeza. Depois dizem que o argentino é o arrogante da história.

Ora, vamos parar com tanta arrogância. Não foi o time do Falcão que perdeu. Estamos falando do Internacional do Celso Roth, que a duras penas venceu a Copa Libertadores da América.

No futebol de hoje, resultados como o desta tarde não devem surpreender quem conhece um pouquinho de futebol. O que se deve discutir são os motivos para isso acontecer. Se é a evolução dos pequenos de outrora ou a mediocridade das escolas mais tradicionais. No caso do Internacional, a meu ver a mediocridade do futebol brasileiro ajudou  para a derrota. Um time tem no elenco titular jogadores como Nei, Bolívar, Índio, Wilson Mathias, Tinga, Rafael Sobis, Oscar, Alecsandro e Leandro Damião e ainda assim se acha no direito de ser favorito contra o Mazembe. A que ponto chegamos, interrogação.

Cá pra nós, para o resto do mundo os jogadores citados são tão (des)conhecidos como os do elenco do Mazembe. Não a toa um dos jogadores do Mazembe disse que não conhecia ninguém do Internacional de Porto Alegre. E a propósito, o sentimento do torcedor do Mazembe deve ser mesmo do torcedor do Internacional, caso este tivesse vencido. O time para eles não fez mais do que a obrigação de ganhar. E que venha o verdadeiro Inter, estão pensando os mazembenses ou mazembianos.

Que a derrota também sirva de lição para os dirigentes dos clubes brasileiros, que insistem em treinadores como Celso Roth, Tite etc.

Vinicius (ex)Avallone, quem deve estar feliz é o Adriano Gabiru

Eu já sabia

12/14/2010

Dá para levar a sério um time treinado por Celso Roth, interrogação.

Vinicius (ex)Avallone

A culpa vai ser do gramado

08/11/2010

Nos últimos dia li muitos especialistas da imprensa defenderem que o Internacional está sendo prejudicado pelo fato de ter que jogar contra o Chivas em um gramado artificial. E se o time perder hoje, seja lá qual for a circunstância, pode ter certeza que algum jogador – embora tenha visto hoje um jogador afirmando que nada muda em relação ao campo – ou dirigente irá empurrar a culpa para o gramado. É por essas e outras que se eu não fosse Jornalismo Futebol Clube, torceria hoje para o Chivas.

Infelizmente essa é uma mania muito feia de alguns brasileiros. Quando vão jogar fora sempre reclamam da bola, do gramado, do estádio, da altitude, da torcida adversária. Nada no exterior presta, como se aqui no Brasil tudo fosse perfeito. Ora, onde será que é melhor praticar um futebol com um mínimo de condição adequada: no gramado sintético do estádio mexicano recém inaugurado ou no campo do Brasil de Pelotas, onde todo ano é disputado o glorioso campeonato gaúcho, interrogação.

Lógico que os mexicanos ficaram inconformados. Eles vão lá, constroem um baita de um estádio, colocam uma grama sintética de última geração, e ainda assim são obrigados a ouvir reclamações dos brasileiros. Logo dos brasileiros. Ou você pensa que os mexicanos não conhecem as condições dos estádios brasileiros, interrogação. Eles é que deveriam reclamar de serem obrigados a jogar no Beira Rio, estádio em que outro dia mesmo os torcedores colocaram fogo nos banheiros químicos, fato que demonstrou uma grande fragilidade na segurança do local.

E teve gente que também alegou que o Chivas estaria supostamente infringindo as regras do torneio. Ainda que isso tivesse fundamento, se tem um clube que não tem moral para reclamar de violação de regra é o Internacional. Ou o time gaúcho não foi beneficiado com a antecipação das inscrições de jogadores  para a própria Copa Libertadores e com o adiamento do jogo do último final de semana contra o Santos, interrogação.

Essas chiadeira vinda lá dos pampas tem nome e sobrenome.  É coisa de time mediano, que precisa se envolver com polêmica para tentar aparecer.

Vinicius (ex)Avallone, o Chivas é Brasil hoje na libertadores, interrogação

Triste fim do Rogério Ceni

08/05/2010

Não assisti o jogo. Estou vendo o triste debate. Acompanhei apenas o último lance da partida. O escanteio que poderia ser o gol do São Paulo. O lance que não deu em nada porque o grande Rogério Ceni, no alto da sua experiência, fez o favor de atrapalhar por causa de uma falta absolutamente infantil. Diria que foi praticamente um frango.

Só posso dizer uma coisa: Padre Gomes, amanhã pegue suas coisas e passe no RH.

E voltemos ao debate.

Vinicius (ex)Avallone, agora todos vão ter que engolir o Celso Roth em um mundial interclubes; se é que vai durar até lá

Santa mediocridade, Padre Gomes

07/29/2010

Medíocre é a melhor palavra para descrever a atuação do São Paulo Futebol Clube no jogo de agora a pouco. Mas é medíocre de horroroso mesmo, e não no sentido literal.

Parecia que o Internacional estava jogando contra o Brasil de Pelotas. Meu Deus, exclamação. Quanta covardia. Tudo aquilo era medo de não perder o emprego já nesta noite, interrogação. Fernandão e Dagoberto, quando tiveram seus nomes citados pelo narrador, foi tentando roubar a bola do Internacional. E o craque Hernanes então, interrogação. Só reparei que ele estava jogando lá pelos 40 minutos do 2º tempo, quando ele tentou, sem jeito, acertar um chute do meio de campo.

O São Paulo só não perdeu de mais porque faltou objetividade ao time do Internacional. Os jogadores até que demonstraram um toque de bola envolvente, mas quando o time chegava perto do gol não sabia o que fazia com a bola.

Quem fez o gol foi a promessa de craque (é o que dizem lá nos pampas) Giuliano. Saiu do banco de reservas e logo marcou. Dedo do técnico Celso Roth, interrogação. Depende do ponto de vista. Se for para pensar que o jogador deveria jogar desde o início, Celso Roth na verdade foi o culpado pelo placar magro e pelo sufoco. Do contrário, os méritos realmente são do Celso Roth. Parem as máquimas, exclamação. Celso Roth enfim decidiu uma partida em favor do seu próprio time, exclamação.

E a camisa do São Paulo Futebol Clube, interrogação. Criança Esperança. Ora, o clube do marketing não conseguiu outro patrocínio milionário para o jogo desta noite, interrogação. Estranho. Estão se passando quase 8 meses e até agora o São Paulo não arrumou um patrocinador. Logo o São Paulo. Sem receita com venda de jogador, sem receita de bilheteria, sem patrocínio. Não sei não. E ainda querem reformar o Morumbi. Só se chamar o Laudo.

Vinicius (ex)Avallone, e o Neymar? Lamentável


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