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Viva Felipão

09/16/2010

Miracolo di San Genaro, exclamação.

O Palestra venceu o Grêmio em pleno Estádio Olímpico. Não me lembro do Palmeiras ganhar no estádio do Grêmio. Me ajuda aí, pô.

Uma hora o esquema de 6 volantes tem que dar resultado. Viva Felipão, exclamação. Pelo menos até domingo que vem.

Mas o palmeirense tem que agradecer mesmo o Renato Portaluva. Afinal, um técnico que coloca o Lúcio (aquele mesmo, o que foi o 4º melhor lateral esquerdo do mundo) em campo com o placar desfavorável não quer ganhar a partida.

Vinicius (ex)Avallone

Nada mudou

09/09/2010

Não acompanhei o jogo inteiro do Palmeiras. Faltou estômago.

O Felipinho atenta contra a inteligência de quem conhece um pouquinho apenas de futebol. O tal de Rivaldo que ele indicou após ter visto atuar em apenas uma partida é um exemplo de quão defasado está o treinador. Saudades do Armero, interrogação.

O time do Palmeiras só foi salvo de mais uma derrota nesta noite pela falha do goleiro do Vitória. Felipinho pelo menos volta a ter um pouco de sorte. Ou alguém vai dizer que o empate foi merecido ou que o gol saiu de uma jogada trabalhada, interrogação.

Crise no Vitória, exclamação. Não ganhar do Palmeiras em casa atualmente é um sinal de que as coisas vão muito mal.

Outra parte do meu tempo reservei para assistir o jogo do Corinthians do também retranqueiro, mas nem tanto quanto Felipinho, Adilson Batista. No time dele são “só” 3 volantes.

O empate foi justo, assim como foi justo o erro grosseiro do árbitro na marcação do pênalti em favor do Atlético/PR. Sou a favor da lei da compensação no futebol, ainda mais em se tratando do Corinthians.

O destaque da partida foi o fenômeno Ronaldo. Todos tentam esconder (diretoria, imprensa e até mesmo os pobres torcedores, que mesmo sendo enganados pelo jogador, ainda assim o defendem com unhas e dentes), mas não é possível deixar de notar que o sujeito não tem condições de jogar uma partida de futebol profissional.

É evidente que o Ronaldo está entrando em campo apenas para justificar os milhões que recebe. Uma forma de dar satisfação para os únicos que devem cobrá-lo de alguma coisa, vale dizer, os patrocinadores que o bancam no Corinthians.

O resto da noite reservei para o exercício do meu dever de cidadão. Acompanhei o debate dos presidenciáveis. Perda de tempo. Sem a Dilma não tem graça.

Vinicius (ex)Avallone, José Serra é a imagem do seu time de coração

Sandálias para Felipinho

08/16/2010

A crise de estrelismo está contaminando os gramados brasileiros.

Os exemplos não se limitam mais apenas a Ronaldo, Neymar e Paulo Henrique Ganso.

Luiz Felipe Scolari, ou simplesmente Felipinho, é um dos que mais esbanjam falta de humildade no futebol brasileiro atualmente, mesmo estando numa péssima fase. Além de tratar a imprensa pessimamente (apesar de que muitos merecem), coloca a culpa pelos fracassos do time em tudo e em todos, como se as suas opções táticas e técnicas não interferissem nos resultados do Palmeiras.

No último jogo sobrou até para os torcedores, chamados de apáticos pelo treinador. Felipinho exigiu mais empolgação da pobre torcida palestrina. Ele só se esqueceu que fazia menos de 10º no Pacaembu, o time atuava com nada mais nada menos 5 volantes, e que dentro do estádio é proibida a venda de bebidas alcoólicas. Nessas circunstâncias, a empolgação só vem com o uso de substâncias ilícitas.

Vinicius (ex)Avallone, a favor da legalização, junto com o Evandro da Torcida “Neblina Verde”

Fora Felipão (ou Felipinho)

08/12/2010

O título deste post não representa a minha opinião. Mas a frase poderá ser ouvida em breve das arquibancadas do Palestra Itália (sim, do Palestra Itália, pois pelo andar da carruagem o time volta a jogar em seu estádio em poucas semanas) quando o treinador completar a marca histórica de 11 jogos sem vencer, superando a campanha de Celso Roth de anos atrás.

Não se pode negar que o Felipinho está sem meias ofensivos para escalar a equipe. Contudo, nem por isso não dá para deixar de criticar as decisões do treinador, que insiste em tentar adotar no Palmeiras um modelo ultrapassado de se jogar futebol.

Ele só tinha volantes para escalar para a partida. Uns com um pouco de noção para tocar a bola e outros que apenas servem para marcar e fazer falta. Ao invés de escolher os primeiros para tentar suprir a ausência de meias armadores, Felipão preferiu os volantes que apenas destroem. Destroem na maioria das vezes o próprio time.

É o caso de Edinho e Pierre. Com um deles o time já joga mal. Com os dois então o esquema fica sofrível. Só aumenta o número de faltas cometidas, o que gera lances de bola parada, o que gera gols para o adversário. Ou será que o Felipinho não sabia que a bola parada era uma das armas do Vitória, interrogação. E o pior é que o Felipinho manteve os dois até o final e não colocou o Marcos Assunção em campo, jogador que poderia ao menos tentar alguma coisa na bola parada.

Pois é. Pelos jogadores que estavam à disposição para a partida já era de se esperar um resultado ruim. Mas pelas opções do Felipinho a situação se agravou ainda mais.

Para complicar ainda mais o Palmeiras jogou com um ataque inofensivo. O tal de Tadeu é horroroso. Para quem não sabe ele foi indicado pelo goleiro Marcos. E isso porque o Marcos gosta do Palmeiras.  Começo a duvidar disso. Mas para uma coisa serviu essa contratação: para descartar o Marcos como treinador ou dirigente do clube.

Em matéria de horror, só não sei se o Tadeu perde para o Max, jogador que eu pensava que já tinha desistido de jogar futebol. O Felipinho conseguiu dar mais uma oportunidade para ele. Deve ser promessa. Tadeu, Max. Acho que já tem palmeirense com saudade do Robert.

Vinicius (ex)Avallone, hoje eu sou mais o Celso Roth; um retranqueiro mais em conta

Felipão ou Felipinho, interrogação

08/08/2010

Felipão hoje foi simplesmente lastimável. Aliás, Felipão não. Hoje estava mais para Felipinho. Será que a decadência que contagia Vanderlei Luxemburgo também já está afetando Felipão, interrogação.

Se era para fazer o que foi feito no jogo de hoje contra o Goiás de Emerson Leão e Romerito, era melhor então o Palmeiras deixar o velho Parraga no comando. Ora, por muito menos, mas muito menos mesmo, Parraga faria a mesma coisa.

É verdade que Felipão (ou Felipinho) não tinha nenhum meia ofensivo à disposição para a partida. O único do elenco, Lincoln – o jogador que não aguenta jogar uma partida inteira – está machucado. Mas nem por isso o treinador precisava se portar de forma tão covarde, ainda mais contra o Goiás, time que se encontra na zona da degola. O Palmeiras terminou a partida com a marca histórica de 5 volantes em campo.

Desse jeito Felipão pode alcançar outra marca histórica. Ultrapassar os 10 jogos sem vencer de Celso Roth no Palmeiras em 2001.

A novidade na partida foi a estréia do atacante Luan. Outra invenção da diretoria. Sou mais o Luan Santana e o “Meteoro da Paixão”. “Te dei o sol, te dei o mar, para ganhar seu coração, você é raio de saudade, mateoro da paixão…”.

Vinicius (ex)Avallone, o estilo Felipão está ultrapassado, interrogação.

As coisas vão mudar, interrogação

07/18/2010

O primeiro jogo no retorno do Felipão aos gramados brasileiros não foi bom. O Palmeiras perdeu de 4 x 2 para o Avaí. O consolo do palmeirense é que o treinador já deu alguns sinais de que as coisas podem melhorar no time. Diferente do que costumava acontecer com seus antecessores, Felipão não teve culpa pela derrota.

Fez o que era possível. Não se acovardou. Colocou o time muito para frente, surpreendendo-me. Acabou perdendo pela incompetência de alguns jogadores, principalmente do goleiro Deola, que num momento de insanidade mental típica de Fábio Costa, levou um gol ridículo. Já avisei: com Deola e Bruno na reserva, São Marcos terá que jogar até os 44 anos.

É verdade que Felipão começou a partida com 3 volantes, como todos os outros. Mas não se pode dizer que foi uma opção do treinador. Foi falta de opção. Hoje o Palmeiras tem apenas Lincoln de meia ofensivo. A despeito disso, diferente de todos os outros, Felipão chegou a colocar 4 atacantes enquanto o Palmeiras estava empatando – tudo bem que um deles não conta; se ontem eu suspeitava, hoje eu tive a certeza de que Tadeu é pior do que Robert. Se fosse na época de Muricy Ramalho, treinador que adora um empate fora de casa, neste mesmo jogo o Palmeiras estaria com 4 volantes.

O Palmeiras perdeu. De novo. Mas ao que parece as derrotas, se continuarem, não mais terão o dedo do técnico.

Vinicius (ex)Avallone

2 técnicos, 2 destinos

07/16/2010

Técnico não é tudo em um time, mas é inegável que faz a diferença.

Luiz Felipe Scolari acabou de chegar e o Palmeiras já venceu. Na prática, quem comandou foi o auxiliar Murtosa, mas só a presença espiritual de Felipão já fez a diferença. O esquema foi igual ao de todos os outros técnicos que passaram pelo Palmeiras nos últimos anos. O time começou com 3 volantes e terminou com 4 jogadores na posição. Um verdadeiro exército.

Alguém pode dizer que Murtosa fez isso pois o time não tem meias. Mesmo que tivesse ele não largaria o esquema. No final das contas quem decidiu foi um volante. A estrela de Felipa realmente é muito grande. Na tática, o treinador é igual a muitos outros, inclusive Celso Roth e Muricy Ramalho. Retranqueiro por natureza, apreciador de bons volantes. A diferença é que ele tem estrela, mesmo adotando esse estilo ultrapassado de jogar futebol.

Por falar em Muricy Ramalho, nada mudou na sua vida de treinador medíocre. Jogando em casa, contra o pobre Grêmio Prudente, tinha tudo para assumir a liderança. Entretanto, só para variar um pouco, Muricy Ramalho conseguiu empatar a partida. Contagem regressiva nas Laranjeiras. Quanto tempo mais Muricy Ramalho resiste, interrogação.

E quem pensa que é só dentro de campo que Muricy Ramalho comete suas libertinagens está enganado. Assim como fez no Palmeiras, o técnico indicou ao Fluminense um monte de tralha. Quem encabeça a lista é Deco e Belletti, dois refugos que provavelmente estão vindo para ganhar muito e certamente para jogar pouco. E o pior é que a torcida acha bonito e comemora a chegada dos jogadores.

Vinicius (ex)Avallone, que família essa do Bruno: o pai era assaltante, a mãe homicida e o irmão estuprador


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