Nada como um empate


Caio exército de volantes Jr., o único técnico na história dispensado no Oriente Médio, começou com o pé direito no Fogão. Empate sem gols. Não sofrer gols é a maior glória dos técnicos retranqueiros brasileiros. Como disse o mestre Parreira, “o gol é apenas um detalhe”.

Vão dizer que ele acompanhou da tribuna, que jogou sem 12 titulares, e outras desculpas. Aliás, como pode um time jogar sem 12 titulares, interrogação. Pergunte à Gazeta Esportiva. Que site falésia, diria Giba.

Por Primo Argentino, quem chamou o Biro e o Gil Baiano para jogar showbol?

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2 Comentários em “Nada como um empate”

  1. André Says:

    Nunca vou me esquecer daquele meio campo, na última rodada do brasileirão de 2007, quando precisávamos vencer para irmos para a Libertadores: Pierre, Makelele, Wendel e David Sacconi.
    Caio, hoje um mero desconhecido na Alemanha, cometia o pecado de fazer gols de fora da área, lançamentos para a frente e alguns dribles. Banco. Martinez, apesar de volante, tocava algumas bolas para a frente também. Banco.

  2. Vini Says:

    Vamos combinar que entre ficar com o Prancheta, pagar 900 mil pro Muricy, 700 pro Felipão ou 400 pro Adílson, trazer o Caio Jr por meros 250 mil foi o melhor negócio.


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