Crise, interrogação


Não estou me referindo somente a respeito dos últimos resultados do time, dentre eles a derrota no clássico de domingo e o empate de 0 x 0 contra o Cruzeiro, ontem, no Mineirão, primeiro jogo do ano em que o Santos não marca.

As notícias que vêm do lindo balneário da Baixada Santista, maliciosamente apelidada de Chernobyl do litoral sul, são típicas de um time prestes a entrar em uma fase nebulosa. Uma fase palestrina, podemos dizer assim.

O técnico Dorival Junior já não tem o comando dos jogadores. Não é novidade, mas não custa enfatizar. Perdeu totalmente o respeito. Parece professor de colégio público. Fora a questão da indisciplina, Dorival não acerta na tática e na escalação dos jogadores. O episódio do jogador Rodrigo Mancha foi emblemático e mostra claramente que Dorival está perdido.

Os meninos da Vila já não são os mesmos de 3 meses atrás. Desde que saiu a convocação da seleção brasileira, Paulo Henrique Ganso, Neymar e companhia bela não mostram um futebol tão envolvente. Ficaram manjados pelos demais times, interrogação. Essa a desculpa que se pode ouvir hoje de um santista.

O goleiro titular foi parar no banco de reserva. Falam em Dida, Diego Cavalieri. Mania de grandeza. Eu estou sentindo um cheiro (ruim) de retorno de Fábio Costa  no ar.

O Messias Giovanni está rescindindo o contrato com o Santos. Edinho culpou Dorival Junior pela saída do ídolo e o criticou publicamente, conforme publicado no jornal Lance:

“O Dorival não confia nele, o Giovanni tem um nome. Ele não sai chateado com o Santos, que lhe abriu as portas, mas com o treinador. Ele sabia que não seria titular, só esperava poder participar mais. Ele (Dorival) estava encarando o Paulistão como Copa do Mundo e paga pelo desgaste de seus atletas.”

O presidente do clube já fala em contratar uma psicóloga. Que tal contratar um goleiro e alguns bons zagueiros, interrogação.

Enfim, acho que não preciso me aprofundar mais. Mudança na Vila Belmiro é uma questão de tempo. Depois de Giovanni, acho que Dorival é o primeiro a se despedir. Depois da derrota na final da Copa do Brasil. Depois vão Madson, Durval etc. E isso se Neymar e Paulo Henrique Ganso, contagiados pelo assédio do exterior e pressionados pelos seus “donos” não resolverem ir embora, quando então o Santos voltará a ser o Santos que todos nós conhecemos.

Vinicius (ex)Avallone, direto da Casa Rosada (não, não estou no Morumbi; estou na legítima)

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One Comment em “Crise, interrogação”

  1. tricoloco Says:

    O sonho acabou e a padaria fechou. O Santos vai voltar a ser o mesmo time pequeno de sempre.


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