A Chernobyl brasileira


Na ex-futura Arena Palestra, o Grêmio dos refugos Joílson, Leandro Gianechini, Hugo, Borges, Douglas e Rochemback conseguiu a proeza de perder para o Palmeiras.

Mais um time de carros batidos no Brasileirão. Ou alguém não concorda, interrogação.

Enquanto isso, em Santos, a Chernobyl brasileira, os super santásticos galágticos da imprensa, a mesma que cantava o Cruzeiro em prosa e verso, cumpriram seu “castigo”.

Diiiiiizem terem sido vistos, Madson (quem?), André (quem?), Neymar e Ganso, na belíssima e segura Praia do Gonzaga, único local do mundo onde podem ser contemplados siris de 12 patas.

A porção de porquinho do tipo brent, a pedido do humilde poeta LAOR, chega a custar R$ 85,00 no balneário paulista.

Por Jota Barros, direto de Indianápolis, no Pole Day

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4 Comentários em “A Chernobyl brasileira”

  1. Aquino Says:

    Não sabia que a situação em Santos estava tão radioativa.

  2. Rodolfo Bauer Says:

    Pq Chernobyl brasileira?

  3. Estrago Says:

    “A porção de porquinho do tipo brent, a pedido do humilde poeta LAOR, chega a custar R$ 85,00 no balneário paulista.”
    O que é isso?


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